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Futuras mamães: vacinas são fundamentais para proteger a gestante e o bebê

Para garantir a segurança da gestante e do bebê é fundamental que, ao confirmar a gravidez, algo que hoje é muito comum fazer através de um exame de farmácia, a futura mamãe busque por auxilio profissional adequado, seja no serviço público ou privado.

O acompanhamento de um obstetra para esse período de pré-natal vai garantir uma gestação mais saudável, seguindo uma rotina de exames e cuidados, reduzindo riscos e detectando precocemente possíveis problemas, lembrado sempre que, quanto antes é diagnosticada qualquer alteração, fica mais fácil e efetivo tratá-la.

Manter a carteira de vacinação em dia é fundamental para a prevenção de vários problemas que podem afetar a mamãe e o bebê. Quando uma gestante é vacinada, ela transfere os anticorpos para o bebê, por meio da placenta. Essa proteção também pode ser passada através do leite materno. Nos primeiros meses de vida o bebê ainda está desenvolvendo seu sistema imunológico, e esse cuidado leva uma proporciona uma proteção extra para sua saúde.

Além das quatro vacinas recomendadas para gestantes, de acordo com o Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, a vacinação depende do histórico de cada mulher que deve ser avaliado pelo médico que a acompanha durante a gravidez.

Vacinas

A rede pública disponibiliza, gratuitamente, e o Ministério da Saúde recomenda que as grávidas recebam as seguintes vacinas: influenza; hepatite B; dupla adulto (difteria e tétano – dT); e tríplice bacteriana (difteria, tétano e coqueluche – dTpa).

O período recomendado para tomar cada vacina é:

  •   hepatite B – distribuída em três doses após o primeiro trimestre da gestação;
  •   dT – distribuída em três doses, com o intervalo de 60 dias entre elas;
  •   dTpa – dose única aplicada entre a 27ª e 36ª semanas de gestação; e
  •   influenza – aplicada durante a campanha nacional, em qualquer momento da gravidez.

A vacina dTpa – difteria, tétano e coqueluche é fundamental para a redução da mortalidade dos recém-nascidos, diminuindo a incidência da coqueluche, principalmente nos bebês de zero a dois meses.

A preocupação é crescente, pois, por um período, os registros da doença foram muito baixos, mas nos últimos anos houve um aumento dos casos, especialmente em menores de seis meses. A coqueluche pode deixar sequelas e levar à morte.

Os casos de difteria também apresentaram redução por conta da cobertura vacinal, assim como o tétano neonatal.

Quanto à vacina da influenza, ela é importante porque durante o período gestacional, bem como no pós-parto, é comum que a mulher fique com a imunidade um pouco mais baixa, e propensa a gripes e resfriados. Gestantes e puérperas (mulheres até 45 dias após o parto) integram o grupo prioritário para a vacina.

Saiba Mais

Assim como algumas vacinas são indicadas para grávidas, outras devem ser evitadas nesse período, como a BCG.

Na dúvida sobre tomar ou não, fale sempre com o seu médico e siga as recomendações.

As vacinas disponíveis no Brasil são seguras e certificadas pela Anvisa. Elas são eficientes para a prevenção de várias doenças, que podem atingir pessoas de todas as idades.

O Programa Nacional de Imunizações do Brasil é uma referência internacional de política pública de saúde. Através das vacinas foi possível erradicar doenças como a poliomielite e varíola.  Vacinas salvam vidas.

Fonte – Blog da Saúde/Ministério da Saúde